Resenha: O Poder dos Seis - Pittacus Lore

sexta-feira, 29 de março de 2013

Título: O Poder dos Seis
Autor: Pittacus Lore
Editora: Intríseca

Gênero
Aventura/Ação/Juvenil/Ficção Científica
Ano: 2011
Páginas: 320
Nota: 10,0


Sinopse: O planeta Lorien foi devastado pelos mogadorianos, e seus habitantes, dizimados. Exceto nove crianças e seus guardiões, que se exilaram na Terra. Eles são como os super-heróis que idolatramos nos filmes e nos quadrinhos – porém, são reais. O Número Um foi morto na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Tentaram pegar o Número Quatro, John Smith, em Ohio, e falharam. Em O poder dos seis, John e a Número Seis se recuperam da grande batalha contra os mogadorianos, de quem ainda fogem para salvar a própria vida. Enquanto isso, a Número Sete está escondida em um convento na Espanha, acompanhando pela Internet notícias sobre John. Ela se pergunta onde estão Cinco e Seis, imaginando se um deles é a garota de cabelo preto e olhos cinzentos de seus sonhos, cujos poderes vão além de tudo o que ela já imaginou, aquela que tem a força necessária para reunir os seis sobreviventes.
Em O Poder dos Seis, a história dos nove alienígenas que vieram à Terra do planeta Lorien continua. John Smith, o Número Quatro, Sam Goode, seu fiel escudeiro melhor amigo, Bernie Kosar, o Chimaera de John, e a Número Seis fogem pelos Estados Unidos, fugindo da FBI (que acredita que John seja um maligno terrorista) e em busca da arca lórica com as Heranças de Seis. Enquanto isso, em um convento/orfanato numa cidadezinha isolada na Espanha, Marina, a Número Sete, acompanha notícias sobre John Smith pela Internet, tentando desenvolver seus Legados sozinha, uma vez que sua Cêpan esqueceu-se da missão delas na Terra (situação complicada...)
Não vou mentir: O Poder dos Seis é, de verdade, mil vezes melhor que Eu Sou o Número Quatro. Os narradores são John Smith, com seus devaneios idiotas de "eu amo Sarah Hart para todo o sempre" e Marina, a Número Sete, escondida em um convento na Espanha. Aliás, os textos diferentes para cada um foram muito inteligentes. 
Sam deixou de ser meu personagem preferido para virar Seis, a "super-heroína" (quem leu entende esta). John Smith, para mim, ainda é um cara chato e sem graça que só pensa em Sarah Hart o tempo todo (detesto romance). Mas fazer o quê?
O título devia ser, na verdade, O Poder da Seis, porque ela é o foco da história. 
Veja essa parte da sinopse:
Ela se pergunta onde estão Cinco e Seis, imaginando se um deles é a garota de cabelo preto e olhos cinzentos de seus sonhos, cujos poderes vão além de tudo o que ela já imaginou, aquela que tem a força necessária para reunir os seis sobreviventes.
Obviamente, a garota de cabelo preto e olhos cinzentos é a Seis. Dã!
Além do mais, a Seis é incrível, forte e determinada, e a história dela é muito tocante.
Marina também tem uma história maravilhosa, especialmente por causa de sua Cêpan, Adelina, que esqueceu de Lorien e da missão delas na Terra, e que acredita que devem esperar sentadas pela salvação, sem se dar que conta que a salvação são elas. Sim, eu sou rude, mesmo.
Você vê claramente a diferença entre as narrativas. Acho que os autores queriam deixar bem claro como a vida de Marina no convento era entediante, e a fuga de John, Sam e Seis pelos Estados Unidos era empolgante e de tirar o fôlego.
E, digo com orgulho, eu prefiro John e Seis a John e Sarah. Não porque a Sarah "traiu" eles (acabei de terminar o terceiro livro, então há!), mas simplesmente porque, comparada a Seis, ela é sem graça.
Vou parar por aqui, porque se eu continuar escrevendo, vou acabar passando spoiler, e embora eu goste, tem gente que não gosta.
O Poder dos Seis é simplesmente incrível, e entrou totalmente na minha lista de preferidos. Como eu disse, já li o terceiro livro, A Ascensão dos Nove (na verdade, dediquei a maior parte do dia a ler esse livro), mas estou com preguiça de resenhar ainda hoje, então provavelmente vou fazer a resenha dele amanhã.

Kisses,



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